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Emmanuelle Vaugier

Editar Compartilhar Emmanuelle Vaugier (nascido em 23 de junho de 1976) é uma atriz canadense, cantora, Emmanuelle-vaugier-2-gm l1 compositora e atriz de televisão que teve papéis recorrentes como o detetive Jessica Angell em CSI: NY,Mia em Two and a Half Men , e a Dra. Helen Bryce em Smallville .Emmanuelle já assinou para interpretar uma agente do FBI chamada Emma Barnes em vários episódios da nova série da Fox Human Target. Em alguns filmes, Vaugier tem aparecido ao lado de Michael Caine e Robert Duvall em Secondhand Lions . Ela apareceu como Addison em Saw 'iI , e Saw IV , e teve um papel coadjuvante no filme de Josh Hartnett chamado 40 Dias e 40 Noites.

Filmografia Editar

1995 A Family Divided Rosalie Frank TV movie 1995 Highlander Maria Alcobar Episode: "Chivalry" 1996 Madison Noella D'Angelo 9 episodes 1996 The Halfback of Notre Dame Esmerelda TV movie 1996 Home Song Cheerleader TV movie 1996 The Limbic Region Jennifer Lucca - age 21 TV movie 1997 Breaker High Monette Episode: "Chateau L'Feet J'mae" 1997 Police Academy: The Series Sally Episode: "Put Down That Nose" 1997 Saban's Ninja Turtles: The Next Mutation Episode: "Turtles' Night Out" 1998 Hysteria Veronica Bloom 1998 First Wave Esther Episode: "Lungfish" 1998 Dead Man's Gun Rose Harris Episode: "The Pinkerton" 1998 The Outer Limits Shal Episode: "Rite of Passage" 1999 The Outer Limits Lisa Dobkins Episode: "The Other Side" 1999 Viper Mitzi / Olga Episode: "Best Seller" 1999 Assault on Death Mountain French Woman TV movie 1999 Shapeshifter Anika 1999 The Fear: Resurrection Jennifer 1999 Seven Days Princess Lisette D'Arcy Episode: "Love and Other Disasters" 2000 The Beach Boys: An American Family Pamela TV movie 2000 Higher Ground Elaine Barringer 4 episodes 2000 My 5 Wives Sarah 2000 The vlbxjcxx. christian louboutin miehetSculptress Sylvie 2000 Level 9 Christina Veedy Episode: "Mob.com" 2000 So Weird Donna Episode: "Snapshot" 2001 Largo Winch: The Heir Nikki TV movie 2001 Mindstorm Tracy Wellman 2001 Big Sound Veronica Episode: "Jam Session" 2001 Wishmaster 3: Beyond the Gates of Hell Elinor Smith Video 2001 Ripper Andrea 'Andy' Carter 2001 Return to Cabin by the Lake Vicki TV movie 2001 Suddenly Naked Lupe Martinez 2001 MythQuest Persephone Episode: "Orpheus" 2002 40 Days and 40 Nights Susie 2002 Beyond Belief: Fact or Fiction Susan Episode: "The Doll" 2002 Charmed Dr. Ava Nicolae Episode: "The Eyes Have It" 2002 My Guide to Becoming a Rock Star Sarah Nelson 11 episodes 2002 Just Cause Louisa Bennett Episode: "Making News" 2002–2003 Smallville Dr. Helen Bryce 9 episodes 2003 Secondhand Lions Jasmine 2003 Water's Edge Rae Butler 2003 The Handler Angie Episode: "Off the Edge" 2004 Call Me: The Rise and Fall of Heidi Fleiss Lauren TV movie 2004 North Shore Melinda Lindsey Kellogg Episode: "Bellport"
Episode: "Leverage" 2004 Veronica Mars Monica Hadwin Greenblatt Episode: "An Echolls Family Christmas" 2004–2005 One Tree Hill Nicki 10 episodes 2005 Cerberus Dr. Samantha Gaines TV movie 2005 Andromeda Maura Episode: "The Heart of the Journey: Part 1"
Episode: "The Heart of the Journey: Part 2" 2005 The House of the Dead 2 Alexandra 'Nightingale' Morgan TV movie 2005 Love, Inc. Girl Episode: "Amen" 2005 Saw II Addison Corday 2005 Painkiller Jane Capt. Jane Elizabeth Browning TV movie 2005–2010 Two and a Half Men Mia 10 episodes 2006 Monk Pat - Juror No. 12 Episode: "Mr. Monk Gets Jury Duty" 2006 Veiled Truth Carolyn TV movie 2006 Masters of Horror Kim Episode: "Pro-Life" 2006–2009 CSI: NY Det. Jessica Angell 25 episodes 2007 Unearthed Sheriff Annie Flynn 2007 Supernatural Madison Episode: "Heart" 2007 Big Shots Wanda Barnes Episode: "Three's a Crowd" 2007 Saw IV Addison Corday 2008 Blonde and Blonder Cat 2008 Bachelor Party 2: The Last Temptation Eva Video 2008 Far Cry Valerie Cardinal 2009 Reverse Angle Eve Pretson TV movie 2009 Dolan's Cadillac Elizabeth 2010 A Trace of Danger Kate TV movie 2010 Human Target Emma Barnes Episode: "Embassy Row"
Episode: "Baptiste" 2010 Covert Affairs Liza Hearn 6 episodes 2010 Mirrors 2 Elizabeth Reigns Video 2010 Hysteria Jennifer 2010 Hawaii Five-0 Erica Raines Episode: "Po'ipu" 2010 A Nanny for Christmas Ally Leeds 2010 Lost Girl The Morrigan Episode: "It's a Fae, Fae, Fae, Fae World"
Episode: "Faetal Justice" 2011 R.L. Stine's The Haunting Hour Abigail Episode: "The Red Dress" 2011 Where the Road Meets the Sun Lisa Completed 2011 French Immersion Jennifer Yates Post-production 2011 Bind Joan Pre-production Disponível em "http://pt-br.doishomensemeio.wikia.com/wiki/Emmanuelle_Vaugier?oldid=98"

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Negras e Negros inventores e cientistas

Livro destaca trabalho desenvolvido por negras e negros inventores e cientistas. Por: Juliana Gonçalves

De um simples esfregão a uma solda ultravioleta usada na indústria espacial, invenções idealizadas e construídas por mãos negras ganham publicação inédita no Brasil intitulada “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros” *
O historiador Carlos Eduardo Dias Machado tinha 25 anos quando uma publicidade do McDonald’s abriu seus olhos para a invisibilidade do protagonismo negro no campo da ciência, tecnologia e inovação.

Era um anúncio da rede de fast food em uma edição da revista norte-americana voltada aos afrodescendentes chamada Ebony, que circulou em fevereiro de 1996. A publicidade em homenagem ao Mês da História Negra trazia ilustrações de objetos que foram inventados por pessoas negras (como o semáforo, geladeira, caneta tinteiro, pino de golfe e filamento de carbono para a lâmpada elétrica) sob o seguinte título: “Toda a vez que você usa uma dessas coisas, você está celebrando a história negra”.

“Fiquei feliz ao saber disso, mas ao mesmo tempo muito espantado por nunca ter ouvido sobre inventores negros antes e nunca ter recebido essas informações na escola”, conta.

No mesmo ano, Machado começou a pesquisar sobre o tema e descobriu que não havia nenhum livro em português sobre a importância da população negra na tecnologia e inovação. “Pensei: ‘alguém tem que escrever esse livro, e por que não eu’?”, lembra.

O livro será lançado em Londrina/PR e São Paulo/SP em março deste ano pela EDUEL (Editora da Universidade de Londrina, em parceria com a Uniafro do Ministério da Educação). A publicação faz parte da série “Nossos saberes, nossos conhecimentos”, lançada pelo NEA, Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos da Universidade de Londrina.

Leia abaixo a entrevista com o autor.

CEERT: Fale um pouco sobre o que te estimulou a pesquisar e, posteriormente, escrever sobre este tema?
Carlos Machado: O meu livro versa sobre a presença de mulheres e homens negros na área da ciência tecnologia e inovação, acrescido daqueles que ganharam o Prêmio Nobel. Depois do episódio do anúncio na revista Ebony, comecei a pensar sobre a referência dominante sobre a população negra. Referência essa que diz que somos bons trabalhadores braçais, fortes, com aptidões nos esportes e nas artes. Porém há uma total invisibilidade dos nossos conhecimentos nas ciências biológicas e exatas. Na Europa você encontra publicações como o meu livro, nos Estados Unidos e Canadá também e justamente no Brasil, com maioria da população negra, esse tema era intocado.

CEERT: Como foi o processo de escrita e publicação?
C.M.: Por meio da internet traduzi do inglês para português o perfil de vários cientistas. Escrevi o livro só em 2005, então fiquei amadurecendo a ideia por muito tempo. Em nove meses, o livro estava pronto e comecei a divulgá-lo para as editoras.

CEERT: Você encontrou dificuldade nas editoras?
C.M.: Sim, grande parte não deu resposta e as poucas que responderam vieram com negativas. A verdade é que as editoras não tinham interesse em publicar um livro nessa linha de ciência, tecnologia e inovação afrodescendente.

CEERT: O livro tem cientistas brasileiros/as?
C.M: Sim, só que em número reduzido porque na época eu quis dar uma abordagem pan-africanista com foco na diáspora. Outra razão que acarretou na pouca presença nacional foi a minha dificuldade em achar fontes de informação sobre inventores brasileiros. A maioria dos sites sobre esse tema é norte-americano. Ainda hoje o Brasil não tem um site dedicado ao perfil de cientistas negros brasileiros. Creio que a preocupação em produzir inovação no Brasil é algo recente, pois sempre houve a cultura de importar tecnologia e não de desenvolvê-la. Os cientistas daqui eram desprezados. Por exemplo, um amigo que mora nos Estados Unidos me mostrou certa vez uma HQ dos anos 70 sobre cientistas negros que foi lançada com objetivo de incentivar jovens negros a entrarem na área da Engenharia.
CEERT: Qual foi a invenção mais curiosa que encontrou na sua pesquisa?
C.M.: Foi a do Dr. George Washington Carver, pesquisador do Instituto Tuskegee, no Alabama, uma universidade historicamente negra, onde ficou pelo resto da vida. No seu trabalho científico e engenhoso, Carver não só conseguiu vários resultados, como fez muito pelo bem dos negros e de toda a região sul dos Estados Unidos. Em seu humilde laboratório, pesquisou várias plantas e descobriu muitos produtos derivados do amendoim, batata-doce, noz pecâ e outros vegetais. Estas culturas eram alimentos apenas dados aos porcos. Um de seus feitos mais famosos foi conseguir produzir o índigo, que dá o tom às calças jeans e que salvou a indústria estadunidense em época de escassez de corantes. Dr. Carver era uma espécie de consultor para os pequenos agricultores, e ensinava-os sobre tudo o que se referia a plantações. Além disso, fez conferências para a associação dos agricultores e empresários do amendoim, aconselhando-os sobre o plantio e sobre a produção de derivados desse vegetal. O cientista também impressionou positivamente o Congresso americano quando foi convidado a dar sua opinião sobre a viabilidade econômica de produzir o amendoim, substituindo as importações. Ele foi amigo de presidentes dos Estados Unidos, ministros da agricultura e de empresários brancos como Henry Ford e Thomas Edison, que o convidou para trabalhar em sua empresa de invenções, impressionado pelas descobertas que saíam do seu laboratório. Ele inventou tintas, café, nitroglicerina usando o amendoim como matéria-prima. Além disso, é o inventor da pasta de amendoim. Imagine que no início do século XX a monocultura do algodão ou do fumo havia empobrecido o solo americano e as invenções de Carver surgiram como uma alternativa de renda para muitas famílias.

CEERT: Algum exemplo brasileiro?
C.M.: Sim, o cientista e engenheiro André
Rebouças. Ele tinha grande influência na família real brasileira no século XIX, tanto que com o fim da monarquia, em solidariedade à família real, ele deixou o Brasil. Criou muitas pontes e estradas. Foi homenageado em grandes cidades, dando o nome para importantes avenidas, como em São Paulo e para o túnel Rebouças no Rio de Janeiro.

CEERT: Como você acha que a invisibilidade do negro afeta os indivíduos?
C.M.: Ela afeta justamente a nossa humanidade. Ela deixa de revelar que o protagonismo negro não está restrito ao samba e futebol, mas sim que somos múltiplos e isso não é ensinado na escola como deveria. Nasci em 1970, estudei na época de ditadura militar, os poucos personagens negros que apareciam nas aulas eram embranquecidos. Mesmo na Literatura, como ocorre até hoje com Machado de Assis.

CEERT: Essa tentativa de inviabilizar o negro é um fenômeno mundial?
C.M.: Sim, sem dúvidas. O mundo todo vem de uma tradição eurocêntrica e milhões de mentes acreditam na História do jeito que ela é contada por eles nesses mais de 500 anos de dominação europeia no mundo. A genialidade negra e indígena foi esquecida por séculos e os europeus se apoderaram de muitos conhecimentos. Todo o conhecimento que recebemos nas escolas e universidades tem base greco-romana, como se antes de Grécia e Roma não tivessem existido outras civilizações. Ora, já foi provado que os primeiros seres humanos surgiram no continente africano.

CEERT: Hoje você é professor de História da rede pública de ensino. Como é tocar nessa pauta na sala de aula?
C.M: Eu tento fazer minha parte, mas tenho consciência que somos poucos em meio a muitos que resistem a mudanças no seu modo de ensinar. Creio que o livro ajuda a potencializar a disseminação da informação sobre a genialidade negra que ficou por muito tempo escondida. A força da hegemonia branca e do racismo é muito grande. Por exemplo, a Universidade surgiu na África. As três mais antigas do mundo ficam lá. A primeira surgiu no Marrocos, seguida do Egito e Mali. Ou seja, lugares que têm uma influência universitária muito antiga, mas nem ao menos esse dado é difundido no mundo. Daí, quando você vem e fala sobre grandes cientistas negros e, infelizmente, o senso-comum ainda se choca. Apesar da Lei 10639/2003 que completou 10 anos, ainda pouco foi feito para mostrar que a população negra tem influência em todas as áreas do conhecimento.

CEERT: Pode citar três grandes invenções que foram idealizadas por mulheres negras?
C.M.: Sim. Vou citar três americanas. No campo da medicina temos a invenção da oftalmologista Dra. Patricia Bath. Ela inventou a sonda Laserphaco em 1981. A sonda realiza cirurgia à laser nos olhos. Até hoje sua invenção é utilizada. Outra mulher de destaque é a Madame C.J. Walker. Ela foi a primeira mulher milionária dos EUA. Ganhou muito dinheiro com a criação de produtos para cabelos. Ela é a inventora do pente quente usado antigamente nos alisamentos de cabelos crespos. Em 1908, criou fábricas e escolas de beleza muito antes da existência das grandes empresas de cosméticos. A última é uma pesquisadora que trabalha para a NASA na área de novas tecnologias para aviação. Seu nome é Anna McGowan e é diretora de projetos dentro de um centro de investigação. Ela pesquisa um modo de criar aviões tão manobráveis e ágeis como os pássaros e insetos voadores.

*O esfregão e o balde que o acompanha foram criados pelo inventor negro Thomas Stewart, em 1893. Já a sonda ultravioleta foi criada por George R. Carruthers, em 1972. Sua invenção foi utilizada na missão Apollo 16 à Lua. (Informações extraídas do livro “Negros e negras inventores, cientistas e pioneiros)

Sobre o autor: Professor Mestre em História Social pela USP, ex-bolsista da Fundação Ford e professor da rede pública de ensino.

Fonte: Portal Ceert
30/01/2013

Comentário:1

  • Abadias Souza

    Responder 2013-02-04 10:56

    Meu carríssimo professor Carlos Eduardo Dias Machado, obrigado por me dar um pouco de conforto mental, pois estava cansado de ver relacionado o negro apenas a religiosidade afro ou à parte folclórica do carnaval e futebol, excluindo-nos dos lucros, ou ainda a programas partenalistas, os que sabem das informações do seu livro formam uma parcela insignificante, de quem é a culpa? É minha e de todos os negros que aceitaram o papel de coadjuvante como destino, seja coadjuvante quem o quiser, negro ou não negro, mas se alguém quiser ter dignidade, que a tenha por direito, por concessão não obterá. Como posso adquirir o seu livro? Um forte abraço.
    Abadias.

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                 Homo erectus                           Homo antecessor                     Homo cepranensis                 Homo heidelbergensis

      As diversas espécies de hominídeos existentes continuavam a trilhar seus caminhos evolutivos, desenvolvendo ferramentas, armas e vestimentas cada vez melhores. Seus cérebros já possuíam tamanhos consideráveis, até que surge na África uma espécie nova, com características físicas frágeis, que se destacou por uma qualidade fantástica, a criatividade. Ela foi usada para fazer as coisas que sempre foram feitas a milênios, porém de formas diferentes e a cada resultado bem sucedido, a informação era passada aos descendentes. Sua evolução foi esplêndida, em pouco tempo mudaram a forma de ver o mundo, revolucionaram nas mais diversas áreas e aos poucos conquistaram o mundo, eliminando de forma gradativa todas as dificuldades que encontravam (porém entre essas dificuldades estavam outras espécies de animais e de hominídeos). Essa espécie foi denominada de